segunda-feira, 16 de junho de 2014

Casa

Depois de muita torcida, finalmente o sofá chegou. Claro que sua chegada não poderia ser fácil. Atrasou, atrasou de novo, chegou, mas não cabe, desmonta uma parte, não passa na porta ainda, desmonta mais, agora sim, coloca no lugar, monta tudo de novo... e enfim... sofá.

o sofá chegou... o sofá chegou... o sofá chegou...

E chegou no dia anterior a abertura da Copa do Mundo. Há muitas controvérsias sobre esta Copa, mas uma coisa é certa, qualquer torcida (seja contra ou a favor) fica melhor em um aconchegante sofá. 

Melhor ainda se da cozinha vier aquele aroma de pão caseiro no forno que faz de qualquer casa um verdadeiro lar.

Digo mais, um pão verde e amarelo, pois tem como base um ingrediente bem brasileiro: a mandioca.

Bata no liquidificador 50 g de quiejo parmesão ralado, 1 xícara de açúcar, 1/2 xícara de óleo, 1/2 xícara de leite morno, 2 ovos e 50 g de fermento biológico.

Quando tudo estiver bem batido e homogêneo, coloque em uma travessa e adicione aos poucos 6 xícaras de farinha de trigo e 500 g de mandioca cozida e amassada. A farinha e a mandioca devem ser incorporadas à mistura com carinho, sem a necessidade de sova.

Deixe a massa descansar por cerca de 30 minutos e então modele como desejar, dessa vez, minha mãe foi de nózinhos de massa. Só fazer uma "cobrinha" com a massa, dar um "nó" com ela e juntar as pontas. Disponibilize em uma forma untada e deixe descansar por mais 30 minutos ou até que dobre de tamanho.

Pincele uma gema antes de levar ao forno preaquecido à 180°. Enquanto isso... Faça uma calda com 1/2 xícara de água e 1 xícara de açúcar. Ferva até que engrosse um pouquinho.

Assim que os pães saírem do forno, pincele esta calda sobre eles ainda quentes.

pãozinho doce de mandioca... fofinho e acolhedor

Minha recomendação é aproveitar o calor do momento e prová-los também bem quentinhos.

Docinho, macio e, como sempre digo, daquelas receitas que acolhem a alma. 

Pãezinhos quentes, aconchegar-se no sofá, sentir a emoção do hino cantado à capela, ouvir o apito do árbitro e então... dormir enquanto a bola rola pelo gramado... é... velhos hábitos não mudam...  

Agora sim a casa está com cara e jeito de casa.


Ingredientes

Massa do pão:
50 g de quiejo parmesão ralado
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de óleo
1/2 xícara de leite morno
2 ovos
50 g de fermento biológico.
6 xícaras de farinha de trigo
500 g de mandioca cozida e amassada. 
1 gema para pincelar

Calda:
1/2 xícara de água
1 xícara de açúcar

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Colcha de retalhos

Programas de culinária são irresistíveis. Faz tempo que perdi a conta de quantos acompanho. E nunca é demais.

Sempre há algo novo a se aprender, seja uma técnica, uma combinação inusitada de sabores, uma dica... tanto faz. O que sei, é que certamente são indispensáveis para ampliar os horizontes gastronômicos de qualquer aspirante a chef.

Mais do que isso, são um verdadeiro caldeirão de ideias para aqueles, que assim como eu, pensam em comida o tempo inteiro.

O prato deste post formou-se assim, como uma colcha de retalhos, pegando uma ideia aqui e outra ali fui costurando os ingredientes até conseguir seu sabor único.

Vamos às receitas. Vou começar pela salada por ser realmente muito simples, e porque não sei exatamente de onde veio a base desta ideia... estava quietinha em algum lugar da minha mente e achei que combinaria bem com os demais elementos.

Algumas folhas de alface crespa, lavadas e rasgadas com a mão, e gomos de laranja. Tudo temperado com suco de laranja, sal e azeite.

Acompanhamento: galetes de batata que vieram lá da cozinha prática da Rita Lobo, bem como o conceito principal do prato. E claro que tem um toque pessoal na receita.

Lave bem uma batata e pode manter a casca. Faça finas rodelas e as disponha uma ao lado da outra até fechá-las em uma circunferência. Pincele com azeite, sal, pimenta do reino branca, folhinhas de tomilho. Forno a 200º por aproximadamente 25 minutos (ou até que estejam douradas).

Para o hambúrguer gourmet compre 300 g de carne moída (patinho ou fraldinha são boas opções, utilizei patinho). No processador bata 1 cebola, 2 dentes de alho e 2 colheres (sopa) de azeite até que virem uma pasta. Misture esta pasta na carne, um pouco de sal, pimenta do reino e misture bem.

Diz a lenda que o sal deve ser deixado apenas para a hora de fritar, pois desidrata a carne e adicioná-lo antes deixaria o hambúrguer menos suculento... bom, eu tempero meus hambúrgueres com sal porque acho que o sabor fica mais intenso e me agrada, na hora da fritura basta ter o fogo bem alto para selar a carne rapidamente e não perder suculência... eu acho...

Agora, direto da cozinha dos Homens Gourmet, a ideia de deixar o hambúrguer ainda mais especial com um pouco de recheio. Pegue um pouco da carne temperada, faça uma bolinha com ela e achate para deixá-la no formato do hambúrguer. Coloque queijo gouda ralado e cubra com mais uma porção de carne. Feche bem as laterias e está pronto para a brasa.

Último retalho da colcha, mas não menos importante, o molho de tomate seco. Esta ideia não veio da TV, mas do restaurante Di Paolo que disponibiliza a receita no site (acho isso fantástico). 

Aqueça 2 colheres (sopa) de manteiga e refogue 1 cebola pequena e 1 dente de alho. Acrescente 50 g de tomate seco em finas fatias e 500 g de creme de leite fresco. Deixe ferver para apurar e tempere com sal e pimenta do reino.

Hora de montar o prato com cada um desses retalhos.

hambúrguer gourmet com galetes de batata e molho de tomate seco

A receita original do molho é com nata, substituí por creme de leite fresco por ser mais fácil de achar... a consistência não ficou exatamente como eu queria, mas o sabor estava perfeito e combinou muito bem com as galetes escondidas sob o hambúrguer. As laranjas deram a acidez necessária ao prato e um leve toque de frescor. O hambúrguer...

...Suculento, saboroso e com uma deliciosa surpresa puxa-puxa. Delícia!

Assim, com um pouquinho daqui, um pouquinho dali e uma pitada de imaginação consegue-se obter algo original a partir de uma harmoniosa e bem costurada colcha de receitas.


Ingredientes

Salada de laranja:
1 maço de alface crespa
2 laranjas
sal e azeite a gosto

Galetes de batata:
batatas
azeite, sal, pimenta do reino branca e folhinhas de tomilho a gosto

Hambúrguer gourmet:
300 g de carne moída (preferencialmente patinho ou fraldinha)
1 cebola
2 dentes de alho
2 colheres (sopa) de azeite 
sal e pimenta do reino a gosto
queijo gouda ralado para o recheio

Molho de tomate seco:
2 colheres (sopa) de manteiga
1 cebola pequena
1 dente de alho
50 g de tomate seco
500 g de creme de leite fresco
sal e pimenta do reino a gosto

segunda-feira, 2 de junho de 2014

O Porvir

Eis que finalmente o porvir se fez presente.

Alguns dias após a viagem estávamos arrumando as malas de novo. Agora para conhecer um lugar ainda mais especial, nosso novo lar.

Pois é, casa nova, vida nova e principalmente, cozinha nova que pede receitas novas...

(Receitas novas) + (a mesma cozinheira de sempre) = (ingredientes familiares com uma nova cara).

Quando estamos em fase de adaptação é importante manter algum velho conhecido por perto. Por isso, nada como um franguinho...

Aquele franguinho amigo, aquela antecoxa desossada, aquela coisa bem família com o temperinho de sempre: alho, sal, azeite, cebola, pimenta do reino, tomilho e suco de laranja. A parte nova ficou por conta da crosta de aveia e quinoa.

No processador bata 1 colher de manteiga com sal, 1 xícara rasa de aveia, meia xícara de quinoa e 50 g de parmesão. Regue uma forma com bastante azeite, acomode as antecoxas e sobre elas coloque a crosta apertando suavemente. Mais azeite e forno a 180° por cerca de 45 minutos (até que a crosta fique dourada).

Para acompanhar, um ingrediente bem raiz: mandioca (com o perdão da infâmia). Frite uma pequena porção de cubinhos de linguiça portuguesa. Depois que estiverem bem fritinhos escorra o óleo e reserve. Com o auxílio de um espremedor de batatas faça um purê com aproximadamente 300 g de mandioca cozida. Misture a linguiça previamente frita, um pouco de sal, noz moscada e pimenta do reino branca.

Em uma frigideira aqueça um pouco de azeite (o suficiente apenas para que fique untada) faça pequenos queneles com a massa (utilize duas colheres para isto) e frite até que estejam dourados.

bolinhos cremosos de mandioca e franguinho com crosta de aveia e quinoa

Bolinhos cremosos de mandioca com toque de linguiça: apaixonantes. Franguinho com crosta crocante também é daquelas receitas capazes de agradar a gregos e troianos... 

A harmonização veio dentro da mochila, direto de Gramado especialmente para esta refeição, a pilsen Gram Bier

sabor delicado e suave... charmosa como gramado

Suave, sabor delicado e bastante equilibrada. Perfeita para quem não é fã das cervejas mais amargas.

Não posso dizer que esta mudança foi das mais tranquilas, tivemos atrasos e muitos contratempos, perdemos até o sofá (justo o meu querido sofá...), mas a julgar por este jantar, posso afirmar que começamos com o pé direito. E com jeitinho e muita paciência a casa está cada vez mais com cara de casa.

Mudanças são assim mesmo, meio tumultuadas. Nem tudo acontece exatamente como imaginamos, mas ao mesmo tempo são essas mesmas mudanças que fazem com que a gente passe a enxergar a vida com cada vez mais brilho... esse mesmo brilho que faltou nas fotos deste post... 

Afinal, continuo a mesma fotógrafa ruim de sempre... um dia eu mudo...

Ah! Sempre o porvir...

Ingredientes

Antecoxa com crosta de aveia e quinoa

Marinada:
3 antecoxas grandes
2 dentes de alho

1 cebola picada
o suco de 1 laranja
sal, azeite, pimenta do reino, e tomilho a gosto

Crosta:
1 colher de manteiga com sal
1 xícara rasa de aveia
1/2 xícara de quinoa
50 g de parmesão
azeite a gosto

Bolinho cremoso de mandioca:
30g de linguiça portuguesa
300 g de mandioca cozida
sal, noz moscada e pimenta do reino branca a gosto

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Picnic no edredom

Dissemos adeus a Gramado e seguimos rumo a Bento Gonçalves.

Depois de devidamente instalados no hotel e já tendo desfrutado um pouquinho da maravilhosa piscina aquecida com direito à hidromassagem e estando muito relaxados, hora de voltar ao roteiro. E como não poderia deixar de ser, visitar uma vinícola.

Fizemos o passeio pela Salton, conhecemos o vinhedo, a fábrica, o "como era" e o "como é" da produção dos vinhos. Resumindo... toda a história desde a antiguidade até os dias atuais.

onde tudo começa

Assim, através das histórias adquirimos conhecimento. Conhecimento que leva à melhor apreciação... e apreciando vamos ampliando nosso conhecimento e por aí vai em um ciclo onde jamais pode-se dispensar uma boa degustação.

claro que o évidence entrou na lista de degustação e na bagagem de volta

Após a visita, adega reabastecida e já era hora do almoço. Mas onde almoçar? Ao contrário de Gramado, onde tínhamos cada passo programado, em Bento fomos lançados a própria sorte por nossa guia e líder da patota. Tudo bem...


No hall do hotel encontramos um atrativo folder, com ares bucólicos que nos convidava a um picnic no edredom. 

Lá fomos nós pelos Caminhos de Pedra até a Vitiaceri, a casa da Uva.

preparativos para o picnic na casa da uva

Foram as melhores fotos da viagem. Provamos finalmente a famosa cuca do Rio Grande do Sul. Preparada especialmente para nós, uma vez que fomos durante a semana com horário agendado como manda o figurino, e estava incrivelmente fresquinha.

Além da cuca, queijinhos, picles, copa, pãozinho caseiro, geléia... enfim... petiscos acompanhados de  espumante...

picnic no edredom com muitos petiscos e direito a intrusos

Como nem tudo é perfeito... um pequeno intruso de 6 patinhas resolveu nos prestigiar com delicadas picadas nos pés que coçavam de maneira enlouquecedora e os fez inchar e inchar...

Um picnic não seria um picnic sem esses pequenos intrusos, não foi nenhum fato inusitado ou que tenha diminuído o prazer deste agradável momento.

Aproveitar para levar um pote de geléia de uva para casa, uma garrafa de suco de uva orgânico e seguir pelos Caminhos de Pedra.

Visitamos também a Casa da Massa e a Casa da Ovelha...

Na casa da ovelha me perdi... a vontade foi de trazer um de cada dos queijos, dos doces, dos hidratantes, sabonetes...

Resultado de toda esta vontade é que na volta a São Paulo conseguimos fazer um queijos e vinhos só de queijos de ovelha.

Pois é... a viagem continua mesmo depois da chegada ao lar, mesmo com as férias acabando...

E o mais importante, com ânimo renovado e o espírito devidamente preparado para as mudanças que estavam por vir... 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Café Colonial

Ir para Gramado e não provar o café colonial é como ir à praia e não se molhar.

Escolhemos o Bela Vista, o primeiro café colonial do Brasil. Sabe como é... gostamos de uma tradição. Sem falar que eles disponibilizam algumas receitas no site e esta parte também é das mais interessantes. 

Mal chegamos e enquanto  o rápido atendimento nos indicava uma mesa e começávamos a nos acomodar já começaram a pipocar diversos pratos na nossa frente.

Assim, sem mais nem menos já tínhamos à disposição de linguiça frita e polenta até bolos, pães e geléias. Tudo junto e misturado.

café colonial bela vista... vá com fome

Picles, lanche de pão de forma, queijo, bolo, mais bolo e outro bolo. Rocambole, frios, vinho branco ou tinto, suco de uva, água, frango frito, bolinhos, torta,  cuca, cenoura e cebolinha. Wafer, apfestrudel, lombo de porco, risólis e para fazer jus ao nome, leite e café para encerrar os trabalhos.

de linguiça à rocambole, tudo junto e misturado

Ambiente confortável que nos fez ficar por ali sem pressa enquanto provávamos um pouquinho daqui e um pouquinho dali. 

Definitivamente podemos dizer que mergulhamos  de cabeça nessas águas.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Sequências

Para encerrar a sequência de sequências: fondue.

Nada combina mais com o frio do que fondue e vinho em um lugar aconchegante.

Escolhemos o restaurante St. Gallen para provarmos mais esta especialidade de Gramado.

sequência de fondue para encerrar a sequência de sequências

Bom, vamos à história. Nossa primeira tentativa de provar o fondue foi frustrada. Chegamos lá na cara e na coragem, sem reserva em pleno sábado véspera do feriado da Páscoa. Resultado: espera.

Já tentou esperar com uma criança no colo, impaciente e faminta (quem lê até acredita)?

Pois é... para não esperarmos por ali, ao relento, deixamos o telefone para que entrassem em contato conosco assim que houvesse disponibilidade de mesa e fomos explorar novos lugares. Eis que quando entraram em contato a fome já havia nos convencido a mudar o destino da noite, mas não desistimos, aproveitamos o atencioso contato e fizemos a reserva para o dia seguinte.

No dia seguinte... a melhor mesa do restaurante estava ali, esperando por nós. Ah! Nada como fazer reserva nessa vida.

Mais uma vez o atendimento foi atencioso e rápido. O primeiro fondue da sequência é o de queijo. E já estávamos preparados para o básico. Queijinho derretido, pãozinho italiano, tudo de bom, mas fomos surpreendidos novamente.

O básico não estava no cardápio, além do tradicional pão cortado em cubinhos ainda tínhamos mais três opções bem interessantes que até então esta cabecinha completamente sem imaginação que vos escreve jamais teria imaginado.

fondue de queijo... o básico não estava no cardápio

Polenta, batatinha e goiabada. O que dizer? Polenta frita mergulhada em queijo derretido... de fazer esquecer que ainda estávamos apenas no primeiro fondue da sequência.

Depois do queijo, a carne. Uma pedra bem quente com sal, carnes de porco, frango, picanha, filé mignon e uma infinidade de molhos. Nem adianta tentar lembrar que certamente vou esquecer algum, mas entre os meus preferidos: chimichurri, cebola caramelizada, vinagrete, mostarda, geléia de laranja (com a carne de porco fica deliciosa), maionese de ervas... Todos muito bem preparados, apurados e equilibrados.

Basta provar um filézinho com cada molho para perder a coragem de levantar da mesa.

ao fundo, massinhas de modelar não inclusas no cardápio... de quem será?

Ainda não acabou não... Para encerrar: chocolate. Muito chocolate com frutas diversas e biscoito wafer. Preparar o próprio BIS não tem preço.

fazer o próprio bis não tem preço...

Se toda sequência tem um fim, a sequência de sequências um dia também acabaria. Isso não significa que junto com ela acabe esta fartura, que para mim, já é umas das características mais marcantes da cidade. Afinal, ainda teríamos pela frente o Café Colonial.

Mas isso já é assunto para o próximo post.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Chucrute, salsicha e muito mais

Dando continuidade às descobertas que Gramado nos proporcionou e ainda dentro do tema da influência de imigrantes pela região, não poderia deixar de citar a mais marcante e conhecida delas, a alemã.

Esta influência é notada desde o primeiro instante em que se bate o olho na arquitetura das ruas da cidade. As belas casas com seus grandes telhados e a madeira aparente das fachadas.

Mas é claro que apesar de admirar a charmosa arquitetura o que me interessa mesmo é a gastronomia. Nada mais justo do que provar essa culinária em sequência também.

Agora já ciente do que me aguardava, adotei o lema: devagar e sempre. Bem melhor do que mergulhar no primeiro prato como se não houvesse o seguinte.

Mais do que isso, antes do almoço muito exercício visitando os parques da região com seus fascinantes mirantes para abrir o apetite.

O restaurante escolhido foi o Otto. Lugar lindo com atendimento impecável.

cardápio da sequência alemã

Começam os trabalhos. Entradas: salada de maionese com ovos, leve e fresca, pão com linguiça macio e saboroso (daqueles que parecem recém saídos do forno), picles... bom... picles é picles mesmo.

começando...

Depois da entrada, arroz com cogumelos delicioso, spatzle de queijo ao molho de vitela no ponto perfeito e de sabor delicado, bolinho de batata hiper crocante com purê de maçã, filé à role, biergoulash (carne cozida na cerveja, daquelas que desmancham na boca) e chucrute com salsicha (claro!)...

Chucrute com salsicha e repolho roxo com salsicha branca. Para todos os gostos.

opções de montão

Para complementar ainda tem o serviço de carnes em sistema rodízio, com joelho de porco, pato ao molho de frutas vermelhas, costela suína...

Como já havia descoberto anteriormente, toda sequência só acaba na sobremesa, neste caso nada mais tradicional do que o apfelstrudel.

Que apfelstrudel! Quentinho, docinho, um verdadeiro carinho.

apfstrudel... porque toda sequência tem que ter um fim...

Satisfeitíssimos (a vontade que dá é a de começar a falar tudo em superlativo) deixamos o restaurante rumo às compras... nenhuma compra muito importante, apenas alguns chocolatinhos. Ramas, bombons, barras variadas... acho que já entramos no clima.